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Dos Confins dos Bosques Para a Civilização
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Dos Confins dos Bosques Para a Civilização

Dos Confins dos Bosques Para a Civilização

Charles Alexander Eastman, nome de baptismo de Oiiesa «o Vencedor», índio sioux, trocou os bosques da sua silvestre infância por Nova Inglaterra, palco da grande civilização branca. Depois de se tornar médico, destacando-se entre os melhores e granjeando notoriedade, viu-se confrontado com o embuste da cultura que perfilhara. Recusou categoricamente pactuar com o saque sistemático do seu povo e vender-se às virtudes da glória cristã, adoptando sempre uma postura crítica face à mesma e denunciando a corrupção do sistema. Tal postura valeu-lhe por exemplo a suspensão do exercício da sua actividade médica. Numa altura em que os índios se encontravam já completamente aculturados alheados das suas raízes nativas ou incapazes de contar a sua própria história devido ao baixo índice de alfabetização, Eastman destaca-se com este relato vivo, fresco e enérgico, imensamente lúcido, acerca de uma das mais vergonhosas páginas da história da Humanidade, a «Conquista das Américas».

  • TRADUÇÃO Fernando Gonçalves
  • 1.ª EDIÇÃO 2006
  • Páginas 180
  • ISBN 972-608-174-2
$5.28
Dos Confins dos Bosques Para a Civilização
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Charles Alexander Eastman, nome de baptismo de Oiiesa «o Vencedor», índio sioux, trocou os bosques da sua silvestre infância por Nova Inglaterra, palco da grande civilização branca. Depois de se tornar médico, destacando-se entre os melhores e granjeando notoriedade, viu-se confrontado com o embuste da cultura que perfilhara. Recusou categoricamente pactuar com o saque sistemático do seu povo e vender-se às virtudes da glória cristã, adoptando sempre uma postura crítica face à mesma e denunciando a corrupção do sistema. Tal postura valeu-lhe por exemplo a suspensão do exercício da sua actividade médica. Numa altura em que os índios se encontravam já completamente aculturados alheados das suas raízes nativas ou incapazes de contar a sua própria história devido ao baixo índice de alfabetização, Eastman destaca-se com este relato vivo, fresco e enérgico, imensamente lúcido, acerca de uma das mais vergonhosas páginas da história da Humanidade, a «Conquista das Américas».

  • TRADUÇÃO Fernando Gonçalves
  • 1.ª EDIÇÃO 2006
  • Páginas 180
  • ISBN 972-608-174-2

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Charles Alexander Eastman, nome de baptismo de Oiiesa «o Vencedor», índio sioux, trocou os bosques da sua silvestre infância por Nova Inglaterra, palco da grande civilização branca. Depois de se tornar médico, destacando-se entre os melhores e granjeando notoriedade, viu-se confrontado com o embuste da cultura que perfilhara. Recusou categoricamente pactuar com o saque sistemático do seu povo e vender-se às virtudes da glória cristã, adoptando sempre uma postura crítica face à mesma e denunciando a corrupção do sistema. Tal postura valeu-lhe por exemplo a suspensão do exercício da sua actividade médica. Numa altura em que os índios se encontravam já completamente aculturados alheados das suas raízes nativas ou incapazes de contar a sua própria história devido ao baixo índice de alfabetização, Eastman destaca-se com este relato vivo, fresco e enérgico, imensamente lúcido, acerca de uma das mais vergonhosas páginas da história da Humanidade, a «Conquista das Américas».

  • TRADUÇÃO Fernando Gonçalves
  • 1.ª EDIÇÃO 2006
  • Páginas 180
  • ISBN 972-608-174-2