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Para uma Análise do Movimento Libertário e da sua História
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Para uma Análise do Movimento Libertário e da sua História

Para uma Análise do Movimento Libertário e da sua História

Proletário não é já a caricatura sociológica do homem vestido de ganga e de mãos calejadas pelo labor fabril. Proletário, hoje, é quem vive em rebelião.

 

«Pouco importa a origem social ou profissional do libertário. Ficar-se agarrado ao culto saudosista e fetichista dum proletariado sociologicamente determinado, na sociedade pós-industrial, é fixar não uma realidade viva, mas uma realidade vivida. Da mesma forma que a agitação proletária sucedeu às guerrilhas camponesas em muitos países “beneficiados” pela transferência de indústrias, também no Ocidente a movimentação dos terciários ocupa hoje o primeiro plano, inclusivamente nas lutas não institucionalizadas.» [Carlos da Fonseca]

  • tradução Júlio Henriques
  • 1.ª edição 1988
  • páginas 80
  • isbn 972-608-035-5

 

$7.46
Para uma Análise do Movimento Libertário e da sua História
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Proletário não é já a caricatura sociológica do homem vestido de ganga e de mãos calejadas pelo labor fabril. Proletário, hoje, é quem vive em rebelião.

 

«Pouco importa a origem social ou profissional do libertário. Ficar-se agarrado ao culto saudosista e fetichista dum proletariado sociologicamente determinado, na sociedade pós-industrial, é fixar não uma realidade viva, mas uma realidade vivida. Da mesma forma que a agitação proletária sucedeu às guerrilhas camponesas em muitos países “beneficiados” pela transferência de indústrias, também no Ocidente a movimentação dos terciários ocupa hoje o primeiro plano, inclusivamente nas lutas não institucionalizadas.» [Carlos da Fonseca]

  • tradução Júlio Henriques
  • 1.ª edição 1988
  • páginas 80
  • isbn 972-608-035-5

 

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Proletário não é já a caricatura sociológica do homem vestido de ganga e de mãos calejadas pelo labor fabril. Proletário, hoje, é quem vive em rebelião.

 

«Pouco importa a origem social ou profissional do libertário. Ficar-se agarrado ao culto saudosista e fetichista dum proletariado sociologicamente determinado, na sociedade pós-industrial, é fixar não uma realidade viva, mas uma realidade vivida. Da mesma forma que a agitação proletária sucedeu às guerrilhas camponesas em muitos países “beneficiados” pela transferência de indústrias, também no Ocidente a movimentação dos terciários ocupa hoje o primeiro plano, inclusivamente nas lutas não institucionalizadas.» [Carlos da Fonseca]

  • tradução Júlio Henriques
  • 1.ª edição 1988
  • páginas 80
  • isbn 972-608-035-5