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Brutalismo
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Brutalismo

Brutalismo

 

O brutalismo baseia‑se na profunda convicção de que o vivo e as máquinas deixaram de se distinguir. A matéria é a máquina dos nossos dias, o computador no seu mais amplo sentido, bem como o nervo, o cérebro e toda a realidade numinosa. É nela que reside a centelha do vivo. Doravante, os mundos da matéria, da máquina
e da vida serão indestrinçáveis.

Brutalismo (2020) é uma reflexão acerca da derradeira metamorfose do neoliberalismo em colonialismo à escala global. Para o autor, a humanidade acaba de entrar na sua última era — uma era em que qualquer ordenamento humano se rege pela computação e o algoritmo, em que todas as esferas da existência foram conquistadas pelo capital, em que tudo converge para uma unificação planetária sem precedentes. Perante o pacto entre política, tecnologia e biologia que intervém no âmago das nossas vidas, exercendo uma insidiosa violência sobre o ambiente, os corpos e as mentes, num ambicioso e descontrolado projecto de transformar a humanidade em matéria e energia, Achille Mbembe apela a uma refundação do sentido de identidade, comunidade e solidariedade.

  • TÍTULO ORIGINAL Brutalisme
  • TRADUÇÃO Marta Lança
  • 1.ª EDIÇÃO 2021
  • páginas 256
  • ISBN 978‑972‑608‑390-0
$17.96
Brutalismo
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O brutalismo baseia‑se na profunda convicção de que o vivo e as máquinas deixaram de se distinguir. A matéria é a máquina dos nossos dias, o computador no seu mais amplo sentido, bem como o nervo, o cérebro e toda a realidade numinosa. É nela que reside a centelha do vivo. Doravante, os mundos da matéria, da máquina
e da vida serão indestrinçáveis.

Brutalismo (2020) é uma reflexão acerca da derradeira metamorfose do neoliberalismo em colonialismo à escala global. Para o autor, a humanidade acaba de entrar na sua última era — uma era em que qualquer ordenamento humano se rege pela computação e o algoritmo, em que todas as esferas da existência foram conquistadas pelo capital, em que tudo converge para uma unificação planetária sem precedentes. Perante o pacto entre política, tecnologia e biologia que intervém no âmago das nossas vidas, exercendo uma insidiosa violência sobre o ambiente, os corpos e as mentes, num ambicioso e descontrolado projecto de transformar a humanidade em matéria e energia, Achille Mbembe apela a uma refundação do sentido de identidade, comunidade e solidariedade.

  • TÍTULO ORIGINAL Brutalisme
  • TRADUÇÃO Marta Lança
  • 1.ª EDIÇÃO 2021
  • páginas 256
  • ISBN 978‑972‑608‑390-0

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O brutalismo baseia‑se na profunda convicção de que o vivo e as máquinas deixaram de se distinguir. A matéria é a máquina dos nossos dias, o computador no seu mais amplo sentido, bem como o nervo, o cérebro e toda a realidade numinosa. É nela que reside a centelha do vivo. Doravante, os mundos da matéria, da máquina
e da vida serão indestrinçáveis.

Brutalismo (2020) é uma reflexão acerca da derradeira metamorfose do neoliberalismo em colonialismo à escala global. Para o autor, a humanidade acaba de entrar na sua última era — uma era em que qualquer ordenamento humano se rege pela computação e o algoritmo, em que todas as esferas da existência foram conquistadas pelo capital, em que tudo converge para uma unificação planetária sem precedentes. Perante o pacto entre política, tecnologia e biologia que intervém no âmago das nossas vidas, exercendo uma insidiosa violência sobre o ambiente, os corpos e as mentes, num ambicioso e descontrolado projecto de transformar a humanidade em matéria e energia, Achille Mbembe apela a uma refundação do sentido de identidade, comunidade e solidariedade.

  • TÍTULO ORIGINAL Brutalisme
  • TRADUÇÃO Marta Lança
  • 1.ª EDIÇÃO 2021
  • páginas 256
  • ISBN 978‑972‑608‑390-0