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Crítica da Razão Negra
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Crítica da Razão Negra

Crítica da Razão Negra

 

Pela primeira vez na história humana, o nome Negro deixa de remeter unicamente para a condição atribuída aos genes de origem africana durante o primeiro capitalismo. A este novo carácter descartável e solúvel, à sua institucionalização enquanto padrão de vida e à sua generalização ao mundo inteiro, chamamos o devir-negro do mundo.

Obra erudita e iconoclasta de um dos maiores teóricos do pós-colonialismo, Crítica da Razão Negra aborda a evolução do pensamento racial na Europa, resgatando o conceito de Negro e de homem-mercadoria. Num mundo em que o neoliberalismo e a reactivação da lógica das raças que ele engendra desencadeiam a universalização tendencial da condição negra — convertendo o Negro no paradigma de uma humanidade subalterna —, Achille Mbembe apresenta-nos um verdadeiro programa filosófico e denuncia modelos de submissão, depredação e exploração. Inconformada com um quotidiano em que se sujeita ainda o semelhante à lógica mercantil que fora em tempos a da plantação e a da colónia, Crítica da Razão Negra considera urgente a descolonização mental da Europa outrora dominante para combater um fenómeno à escala planetária: o racismo global tecido pelo capitalismo selvagem, no qual todos seremos os novos «negros».

  • TÍTULO ORIGINAL Critique de la raison nègre
  • TRADUÇÃO Marta Lança
  • 2.ª Edição 2017
  • Páginas 312
  • formato 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-254-5
$6.65

Original: $19.01

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Pela primeira vez na história humana, o nome Negro deixa de remeter unicamente para a condição atribuída aos genes de origem africana durante o primeiro capitalismo. A este novo carácter descartável e solúvel, à sua institucionalização enquanto padrão de vida e à sua generalização ao mundo inteiro, chamamos o devir-negro do mundo.

Obra erudita e iconoclasta de um dos maiores teóricos do pós-colonialismo, Crítica da Razão Negra aborda a evolução do pensamento racial na Europa, resgatando o conceito de Negro e de homem-mercadoria. Num mundo em que o neoliberalismo e a reactivação da lógica das raças que ele engendra desencadeiam a universalização tendencial da condição negra — convertendo o Negro no paradigma de uma humanidade subalterna —, Achille Mbembe apresenta-nos um verdadeiro programa filosófico e denuncia modelos de submissão, depredação e exploração. Inconformada com um quotidiano em que se sujeita ainda o semelhante à lógica mercantil que fora em tempos a da plantação e a da colónia, Crítica da Razão Negra considera urgente a descolonização mental da Europa outrora dominante para combater um fenómeno à escala planetária: o racismo global tecido pelo capitalismo selvagem, no qual todos seremos os novos «negros».

  • TÍTULO ORIGINAL Critique de la raison nègre
  • TRADUÇÃO Marta Lança
  • 2.ª Edição 2017
  • Páginas 312
  • formato 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-254-5

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Pela primeira vez na história humana, o nome Negro deixa de remeter unicamente para a condição atribuída aos genes de origem africana durante o primeiro capitalismo. A este novo carácter descartável e solúvel, à sua institucionalização enquanto padrão de vida e à sua generalização ao mundo inteiro, chamamos o devir-negro do mundo.

Obra erudita e iconoclasta de um dos maiores teóricos do pós-colonialismo, Crítica da Razão Negra aborda a evolução do pensamento racial na Europa, resgatando o conceito de Negro e de homem-mercadoria. Num mundo em que o neoliberalismo e a reactivação da lógica das raças que ele engendra desencadeiam a universalização tendencial da condição negra — convertendo o Negro no paradigma de uma humanidade subalterna —, Achille Mbembe apresenta-nos um verdadeiro programa filosófico e denuncia modelos de submissão, depredação e exploração. Inconformada com um quotidiano em que se sujeita ainda o semelhante à lógica mercantil que fora em tempos a da plantação e a da colónia, Crítica da Razão Negra considera urgente a descolonização mental da Europa outrora dominante para combater um fenómeno à escala planetária: o racismo global tecido pelo capitalismo selvagem, no qual todos seremos os novos «negros».

  • TÍTULO ORIGINAL Critique de la raison nègre
  • TRADUÇÃO Marta Lança
  • 2.ª Edição 2017
  • Páginas 312
  • formato 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-254-5